adaptação climática

AE D. Sancho I realiza Fórum Comunitário sobre adaptação climática em Vila Nova de Famalicão no âmbito do ClimActiC

O Agrupamento de Escolas Dom Sancho I, em Vila Nova de Famalicão, realizou no dia 5 de junho, entre as 18h30 e as 20h00, o Fórum Comunitário no âmbito do Projeto ClimActiC. O evento foi organizado por professoras e estudantes das turmas 1202 e 1203.

Além da presença de estudantes e das professoras envolvidas, o Fórum reuniu membros da comunidade a nível local e regional, entre eles a Professora Doutora Isabel Menezes (coordenadora do Projeto ClimActiC), o Dr. Tiago Vale (CIM Ave, parceira do ClimActiC), Dr. Pedro Fonseca (chefe de Divisão do Ambiente na Câmara Municipal de Famalicão), Rui Pedro Ribeiro (FAGRICOOP – Cooperação agrícola de Famalicão), Professor Doutor Joaquim Faria (LSRE-LCM/FEUP), a estudante Andreia Gomes, a Dra. Sandra Pimenta (PAN Vila Nova de Famalicão) e o Dr. Ricardo Barroso (representante da direção do Agrupamento).

No evento foi apresentado o trabalho realizado durante o projeto em torno dos impactos das alterações climáticas na região e houve um debate sobre a gestão da adaptação climática no território de Famalicão.

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Fórum Comunitário sobre adaptação climática na região do Douro é realizado pelo Agrupamento de Escolas João Araújo Correia no âmbito do ClimActiC

Aproximadamente 200 pessoas reuniram-se no Fórum Comunitário – Plano de Adaptação Climática na RDD, em 19 de maio, no Teatrinho Reguense, em Peso da Régua. Promovido pelo Agrupamento de Escolas João Araújo Correia (AEJAC), o evento teve a organização de estudantes do 10º (turmas B e E) e 11º ano (turma C), além dos e das professores/as.

O Fórum integra o Projeto ClimActiC, que em Peso da Régua, reuniu estudantes e atores da comunidade para analisar o impacto das alterações climáticas na vitinicultura da região do Douro, ao promover reflexões sobre medidas de adaptação a implementar.

A programação do Fórum envolveu três painéis. O primeiro foi a abertura dos trabalhos e contextualização do Projeto ClimActiC, no qual a Professora Doutora Ana Cristina Torres esteve presente como representante do Projeto e apresentou dados das atividades desenvolvidas com os/as estudantes e docentes. Nesta sessão, participaram também representantes da direção do AEJAC e da Câmara Municipal de Peso da Régua (CMPR). Já no segundo painel foram apresentadas as propostas e os trabalhos dos e das estudantes, desenvolvidos ao longo do Projeto ClimActiC.

O terceiro painel foi destinado à realização de palestras técnicas da Eng. Cândida Vale (IVDP), PhD Lia Dinis (UTAD – CITAB), Eng. Hugo Fonseca (Quinta da Pacheca) e Dra. Mónica Valente (CMPR). No final, realizou-se uma sessão de debate, na qual foram partilhadas questões e inquietações em torno das políticas de adaptação climática na região de Peso da Régua.

Mais informações no Facebook do AEJAC.

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Projeto ClimActiC é destaque no Jornal Público

A repórter Renata Mendes, da coluna Azul, publicou no jornal Público uma notícia sobre o Projeto ClimActiC, com destaque para o Seminário Final realizado no dia 5 de maio, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP).

A notícia destaca que o projeto pôs 350 alunos a discutir problemas ambientais e a procurar soluções em conjunto com professores, cientistas e várias entidades.

O texto menciona ainda que, entre outros métodos, os e as jovens que participaram no ClimActiC usaram estratégias como uma Árvore do Problema Climático, a Nuvem de Soluções e o Speed Climate Dating, para localizar soluções com todos os actores envolvidos.

Leia a reportagem completa aqui para conhecer “oito casos tratados nos nossos laboratórios climáticos colaborativos que ajudaram a perceber que, para resolver uma boa parte destes problemas locais é preciso (mais do que dinheiro) investir na informação e sensibilização”, como escreve a repórter Renata Mendes.

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Seminário Final reúne estudantes e docentes de sete escolas de diferentes regiões do Norte de Portugal

O Seminário Final do Projeto ClimActiC reuniu mais de 280 participantes, no passado dia 5 de maio, na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP).

Participaram estudantes e docentes de 7 escolas de diferentes regiões do Norte de Portugal, investigadores/as e demais convidados/as para apresentar e debater os resultados de quase dois anos do projeto.

Na Sessão de Abertura, estiveram presentes o Vice-Reitor, Pedro Rodrigues (Investigação e Inovação), o Diretor da FPCEUP, Pedro Nobre, Carla Malafaia (Líder do WP1, do CIIE/FPCEUP), Orfeu Bertolami (Líder do WP2, do CF-UM-UP), Isabel Macedo Pinto (Representante do WP3, do CPUP/FPCEUP), Joaquim Faria (Líder do WP4, do LSRE-LCM/FEUP), Ana Cristina Torres (Líder do WP5, do CIIE/FPCEUP) e Isabel Menezes (Investigadora responsável pelo ClimActiC).

Contamos ainda com a presença de Fanny Fernandes, para efeitos de acompanhamento e monitorização do projeto ClimActiC, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), entidade financiadora.

A Mostra de Pósteres, produzidos pelos/as estudantes envolvidos/as no Projeto ClimActiC, permitiu assinalar impactos desde a redução da quantidade e qualidade de recursos hídricos, perda de biodiversidade, secas prolongadas ou redução da produtividade agrícola.

Por seu lado, as soluções pensadas passam por apoios financeiros para a dinamização de projetos de adaptação climática, ações de sensibilização e de comunicação para e com as populações e implementação de sistemas de rega automática e inteligentes para os jardins públicos.

Contamos com uma mesa-redonda que promoveu o debate entre duas professoras, três estudantes e o representante da CIM Tâmega e Sousa sobre as suas experiências no Projeto ClimActiC e perspetivas sobre os próximos passos perante as oportunidades criadas em cada território.

O Comentário Final foi conduzido pelo convidado Pedro Reis, Professor e Investigador do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, com uma reflexão sobre a importância do papel dos/as jovens para o debate sobre as alterações climáticas nos contextos educativos.

O Seminário foi encerrado por Isabel Menezes (CIIE/FPCEUP) que parabenizou os e as estudantes e professores/as pela robustez do trabalho desenvolvido nestes dois anos do Projeto ClimActiC.

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Duas comunicações do Projeto ClimActiC são apresentadas no VII Encontro Nacional de Jovens Investigadores em Educação

O projeto ClimActiC apresentou duas comunicações orais no VII Encontro Nacional de Jovens Investigadores em Educação (ENJIE), realizado em 3 e 4 de fevereiro de 2023, dedicado ao tema “Desafios Atuais na Investigação em Educação: Agendas Emergentes”. O evento decorreu na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico do Porto (ESE/IPP) e na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP).

Uma das comunicações foi apresentada por Juliana Diógenes-Lima e Carla Malafaia, com o título: “Justiça Climática nos contextos urbano e rural: perceções de jovens sobre a experiência de participação em Laboratórios Climáticos Colaborativos em duas regiões do Norte de Portugal”.

A investigação teve por objetivo explorar as perceções de jovens do Ensino Secundário de duas regiões do Norte de Portugal, nos contextos rural e urbano, sobre i) a experiência de participação em Laboratórios Climáticos Colaborativos (CiCli-Labs), uma metodologia participatória educativa, inspirada em modelos de aprendizagem transgressiva sobre mudança climática, e ii) os futuros climáticos das suas regiões, em articulação com as dimensões da justiça climática.

Foram apresentados e discutidos desafios à adaptação climática a nível comunitário, como a necessidade de criar espaços de participação que reconheçam os/as jovens como atores políticos e com agência climática.

Também foi realizada a comunicação oral intitulada: “O desenvolvimento profissional docente num projeto de educação climática com metodologias participatórias”, de autoria das investigadoras Bruna Pereira, Amélia Lopes e Ana Cristina Torres.

Esta investigação pretendeu compreender os contributos para o desenvolvimento profissional docente, através da implementação do perfil comunitário num projeto de educação climática. Esta abordagem permite a construção de um perfilamento da natureza, necessidades e recursos de um território.

Foram debatidos alguns resultados preliminares do estudo, como o facto de que parecem haver diferentes focos de desenvolvimento, seja na construção de saberes no âmbito das alterações climáticas ou nas necessidades de aprendizagem dos/as alunos.

Leia mais no Livro de Resumos do VII ENJIE.

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Docentes de escolas do Norte de Portugal participam da formação do Projeto ClimActiC

Teve início a 2ª Oficina de Formação de professores promovida pelo Projeto ClimActiC, no formato B-Learning, no passado dia 30 de novembro. Com foco em Educação Climática, Cidadania e Participação, a formação tem como objetivo capacitar os e as professores/as para trabalharem com colegas e com a comunidade, dando resposta aos objetivos da educação e da ação climática da Agenda 2030, em articulação com o Referencial de Educação Ambiental para a Sustentabilidade.

A formação decorrerá até maio, com professores/as dos Agrupamentos de Escolas de: Vila Nova de Cerveira; Gaia Nascente; João Araújo Correia (Peso da Régua); Macedo de Cavaleiros; Frazão; Escola Secundária de Vila Verde e Escola Secundária D. Sancho I (Famalicão).

Ao longo das sessões, os e as professores/as organizam e participam de atividades do Perfil Comunitário Climático, dos Laboratórios Climáticos Colaborativos (CiCli-Labs) e dos Fóruns Comunitários, com o apoio das investigadoras do Projeto que integram o Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE), da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP).

Os/as professores/as inscritos na formação serão também convidados a participar no Seminário final do ClimActiC, a decorrer nos últimos meses do projeto. Durante a Oficina de Formação, realizar-se-ão ainda grupos de escrita colaborativa entre professores e membros da equipa de investigação do ClimActiC.

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Investigadoras do ClimActiC apresentam duas comunicações orais e um póster no XVI Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação

O Projeto ClimActiC apresentou duas comunicações orais e um póster no XVI Congresso da Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE), decorrido nos dias 15, 16 e 17 de setembro de 2022.

Com o tema “Educação e Cidades: Tempos, espaços, atores e culturas”, o seminário foi realizado na Escola Superior de Educação de Lisboa (ESELx) e na Escola Superior de Comunicação Social (ESCS), em Lisboa e online. Três trabalhos do ClimActiC foram apresentados no evento:

– Comunicação oral

Título: Laboratórios Climáticos Colaborativos: desenvolvimento de processos e metodologias participativas para a adaptação climática comunitária

De autoria das investigadoras Juliana Diógenes-Lima, Eunice Macedo, Sofia Marques da Silva e Carla Malafaia, a comunicação apresentou as potencialidades de espaços como os Laboratórios Climáticos Colaborativos (CiCli-Labs), metodologia participativa de base comunitária desenvolvida no âmbito do projeto, em termos de educação climática, envolvimento comunitário e participação.

A comunicação, apresentada pela investigadora Juliana Diógenes-Lima, também analisou o modo como abordagens concetuais e metodológicas aderem, na prática, a diferentes contextos locais e de que forma potenciam a partilha de poder, de conhecimento e de recursos com vista à adaptação climática na região Norte.

– Comunicação oral

Título: Impactos das alterações climáticas num ecossistema local – perfil comunitário de jovens

De autoria das investigadoras Clementina Rios, Juliana Diógenes-Lima, Bruna Pereira, Joana Cruz, Amélia Lopes e Isabel Menezes, esta comunicação apresentou um estudo realizado  numa escola secundária da região Norte, parceria do ClimActiC. Apresentado pela Doutora Clementina Rios, o trabalho discutiu resultados preliminares, como a identificação de cocriação e desenvolvimento de estratégias, de soluções e de recomendações acionáveis para sensibilizar e agir em prol da preservação e conservação do ecossistema local. Na comunicação, também se apresentou e debateu processos de transferência de conhecimentos e experiências sobre as alterações climáticas entre os diversos atores sociais locais envolvidos no projeto.

– Póster

Título: Desenvolvimento de perfis comunitários climáticos nas escolas: uma experiência de investigação colaborativa e desenvolvimento profissional de professores

De autoria das investigadoras Bruna Pereira, Leanete Dotta, Amélia Lopes e Ana Cristina Torres, o trabalho apresentou um processo de investigação colaborativa e desenvolvimento profissional com docentes do 3º CEB e Ensino Secundário de escolas parceiras do ClimActiC. O foco do póster foi discutir o potencial pedagógico do desenvolvimento de perfis comunitários climáticos nas escolas como estratégia de educação para a participação na ação climática, bem como efeitos da experiência de investigação colaborativa e formação contínua de professores para a promoção da educação climática nas escolas.

Mais detalhes podem ser lidos no Livro de Resumos do congresso da SPCE 2022.

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Escola em Chaves é palco de sessão dos Cicli-Labs

Jovens em ação: preparação da Árvore do Problema Climática para sessão com atores sociais

Os/as alunos do 8º ano do Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins, em Chaves, juntamente com suas professoras de Geografia, Ciências Naturais e Cidadania e Desenvolvimento, debateram, ao longo do primeiro semestre de 2022, fenómenos associados às alterações climáticas que têm se intensificado no concelho de Chaves.

Após a realização de atividades debatidas em sala de aula, os/as jovens focaram a sua investigação nas cheias, que emergiram como os problemas climáticos locais mais preocupantes.

Estes problemas, bem como as suas causas e consequências para a região, foram o ponto de partida das sessões de Laboratórios Climáticos Colaborativos (Cicli-Labs) com o objetivo de potenciar diálogo e cocriação de soluções acionáveis.

Para isso, uma sessão de Cicli-Labs promoveu atividades de articulação entre atores de diversos setores, incluindo a Dra. Esther Garrido, da Associação Inspira; as Dras. Rafaela Guimarães e Daniela Correia, da Aquavalor; e o Dr. Francisco Melo, vice-presidente da Câmara Municipal de Chaves.

A sessão teve como objetivo construir um plano colaborativo de adaptação climática, privilegiando o trabalho de investigação conduzido pelos/as jovens estudantes e potenciando a partilha de conhecimentos e discussões sobre cidadania, política e clima.

Esta sessão ocorreu no Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins em 9 de junho. Inicialmente, os/as jovens criaram a Árvore do Problema Climático, representando as causas e efeitos das cheias na região. A partir disto, foram debatidas possíveis soluções a colocar em prática.

Os/as jovens sugeriram a realização de limpeza voluntária dos rios e de campanhas de sensibilização com uso de imagens, o que debatido com os atores sociais. A preocupação que emergiu desta sessão, por parte dos/das estudantes, está relacionada ao rio Tâmega. Neste sentido, foram debatidas propostas de proteção do rio, focadas na remoção de resíduos.

No próximo ano, será dado seguimento a estas propostas para resolução do problema climático em Chaves, com a articulação de estratégias de implementação das ideias debatidas nos CiCli-Labs.

O objetivo será desenvolver, por meio do diálogo, estratégias regionalmente articuladas e amplamente divulgadas para colmatar os problemas climáticos locais apontados pelos/as jovens estudantes do Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins.

Por fim, espera-se que estes laboratórios apontem possíveis caminhos colaborativos de adaptação climática para o fortalecimento da resiliência local neste concelho.

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Escola em Caminha é palco de sessão dos CiCli-Labs

Estudantes e atores sociais debatem soluções possíveis para problemas climáticos locais

Os/as alunos do 11º ano do Agrupamento de Escolas do Concelho de Caminha, juntamente com suas professoras de Geografia debateram, ao longo do primeiro semestre de 2022, fenómenos associados às alterações climáticas que têm se intensificado no concelho de Caminha.

Após a realização de atividades debatidas em sala de aula, os/as jovens focaram a sua investigação no aumento do nível médio da água do mar e nos incêndios, que emergiram como os problemas climáticos locais mais preocupantes.

Estes problemas, bem como as suas causas e consequências para a região, foram o ponto de partida das sessões de Laboratórios Climáticos Colaborativos (Cicli-Labs) com o objetivo de potenciar diálogo e cocriação de soluções acionáveis.

Para isso, uma sessão de Cicli-Labs promoveu atividades de articulação entre atores de diversos setores, incluindo a Dra. Liliana Ribeiro, Vereadora da Educação da Câmara Municipal de Caminha (CMC); o Dr. Filipe, arquiteto paisagista da CMC; a Dra. Lucy Small, da Associação de Defesa do Patrimônio – COREMA; a Dra. Sandra Estévens, da CIM Alto Minho; e, por fim, a Doutora Rita Ruivo Marques, do Laboratório Associado LSRE (Laboratório de Processos de Separação e Reacção) e LCM (Laboratório de Catálise e Materiais), da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

A sessão teve como objetivo construir um plano colaborativo de adaptação climática, privilegiando o trabalho de investigação conduzido pelos/as jovens estudantes e potenciando a partilha de conhecimentos e discussões sobre cidadania, política e clima.

Esta sessão ocorreu no Agrupamento de Escolas do Concelho de Caminha em 2 de junho. Inicialmente, os/as jovens criaram a Árvore do Problema Climático, representando as causas e efeitos do aumento do nível médio das águas e dos incêndios. A partir disto, foram debatidas possíveis soluções a colocar em prática.

Entre algumas soluções possíveis debatidas entre os presentes, estão a utilização de menos transportes privados, combinada com a utilização de mais carros elétricos e bicicletas. Também se debateu a necessidade de reduzir o consumo de plásticos e procurar alternativas aos combustíveis fósseis no concelho.

Espera-se que estes laboratórios apontem possíveis caminhos colaborativos de adaptação climática para o fortalecimento da resiliência local em Caminha.

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Escola em Peso da Régua é palco de duas sessões dos CiCli-Labs

Debate de possíveis soluções para os impactos das alterações climáticas nas vinhas

Os/as alunos do 9º, 10º e 11º ano do Agrupamento de Escolas João Araújo Correia, juntamente com seus professores e suas professoras de Biologia e Geologia, Ciências Naturais, Educação para a Cidadania, Física, Geografia e História debateram, ao longo do primeiro semestre de 2022, fenómenos associados às alterações climáticas que têm se intensificado no concelho de Peso da Régua.

Após a realização de entrevistas à comunidade, os/as jovens focaram a sua investigação nos impactos das alterações climáticas nas vinhas, que emergiram como os problemas climáticos locais mais preocupantes.

Estes problemas, bem como as suas causas e consequências para a região, foram o ponto de partida das sessões de Laboratórios Climáticos Colaborativos (Cicli-Labs) com o objetivo de potenciar diálogo e cocriação de soluções acionáveis.

Para isso, duas sessões de Cicli-Labs promoveram atividades de articulação entre atores de diversos setores, incluindo a Dra. Mónica Valente, assessora do Presidente da Câmara Municipal de Peso da Régua; o Dr. Samuel Reis, da Associação para o Desenvolvimento da Viticultura Duriense – ADVID; e, por fim, a Doutora Carmen Gonçalves, do Centro de Física das Universidades do Minho e do Porto (CF-UM-UP).

Estas sessões tiveram como objetivo construir um plano colaborativo de adaptação climática, privilegiando o trabalho de investigação conduzido pelos/as jovens estudantes e potenciando a partilha de conhecimentos e discussões sobre cidadania, política e clima.

Material de preparação para os Cicli-Labs elaborado pelos e pelas estudantes

As duas sessões de CiCli-Labs ocorreram nos dias 18 de maio e 1 de junho, no auditório do Agrupamento de Escolas João Araújo Correia. Inicialmente, os/as jovens criaram a Árvore do Problema Climático, representando as causas e efeitos dos impactos das alterações climáticas na vitivinicultura na região de Peso da Régua. A partir disto, foram debatidas possíveis soluções a colocar em prática.

Uma das soluções identificadas pelos e pelas estudantes, e debatidas com os atores sociais, foi a necessidade de fazer formação dos agricultores para que se adaptem a estas novas características da região: por exemplo, saber onde cultivar, que castas cultivar e a que altitude.

Verificou-se, ainda, a necessidade de uma gestão mais racional da água, construindo reservatórios para armazenar água das chuvas. Também debateu-se a instalação de uma rede de sensores que permita monitorizar a variação da temperatura e da precipitação e que forneça informação precisa, permitindo tomar decisões que facilitem a adaptação às novas condições.

No próximo ano, será dado seguimento a estas propostas para resolução do problema climático em Peso da Régua, com a articulação de estratégias de implementação das ideias debatidas nos CiCli-Labs.

O objetivo será desenvolver, por meio do diálogo, estratégias regionalmente articuladas e amplamente divulgadas para colmatar os problemas climáticos locais apontados pelos/as jovens estudantes de Peso da Régua.

Por fim, espera-se que estes laboratórios apontem possíveis caminhos colaborativos de adaptação climática para o fortalecimento da resiliência local neste concelho.

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Escola Secundária Gaia Nascente é palco de três sessões dos CiCli-Labs

Estudantes debatem com atores sociais na primeira sessão dos CiCli-Labs

Os/as alunos do 10º, 11º e 12º ano do Agrupamento de Escolas de Gaia Nascente, juntamente com seus professores e suas professoras de Geografia, História, e Cidadania e Desenvolvimento, debateram, ao longo do primeiro semestre de 2022, fenómenos associados às alterações climáticas que têm se intensificado no concelho de Vila Nova de Gaia.

Após a aplicação de questionários na comunidade, os/as jovens focaram a sua investigação nos impactos das alterações climáticas para a migração das aves, que emergiram como os problemas climáticos locais mais preocupantes.

Estes problemas, bem como as suas causas e consequências para a região, foram o ponto de partida das sessões de Laboratórios Climáticos Colaborativos (Cicli-Labs) com o objetivo de potenciar diálogo e cocriação de soluções acionáveis.

Para isso, três sessões de Cicli-Labs promoveram atividades de articulação entre atores de diversos setores, incluindo Paulo Costa, da Onda Verde – Associação Juvenil de Ambiente e Aventura; a Dra. Susana Castanheira, da Área Metropolitana do Porto (AMP); a Dra. Paula Lobo, da Junta de Freguesia de Oliveira do Douro; Gabriela Resenda, da Greve Climática Estudantil (GCE); Paulo Faria, do Parque Biológico de Gaia, vinculado à Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia; e, por fim, a Doutora Isabel Macedo Pinto, do Centro de Psicologia da Universidade do Porto.

Estas sessões tiveram como objetivo construir um plano colaborativo de adaptação climática, privilegiando o trabalho de investigação conduzido pelos/as jovens estudantes e potenciando a partilha de conhecimentos e discussões sobre cidadania, política e clima.

As três sessões de CiCli-Labs ocorreram nos dias 11 de maio, 25 de maio e 1 de junho, na biblioteca da Escola de Gaia Nascente. Inicialmente, os/as jovens criaram a Árvore do Problema Climático, representando as causas e efeitos das migrações das aves em relação com as alterações climáticas. A partir disto, foram debatidas possíveis soluções a colocar em prática.

Parte da Árvore do Problema Climático

Nos CiCli-Labs, da parte dos/as estudantes, destacam-se algumas dessas sugestões: promover ações de voluntariado na recolha de lixo e planear atividades em parceria com outras escolas, criando assim um espaço de partilha com alunos mais novos. Debateu-se ainda a possibilidade de penalizar quem não cumpre com a legislação ambiental em vigor.

No próximo ano, será dado seguimento a estas propostas para resolução do problema climático em Vila Nova de Gaia, com a articulação de estratégias de implementação das ideias debatidas nos CiCli-Labs.

O objetivo será desenvolver, por meio do diálogo, estratégias regionalmente articuladas e amplamente divulgadas para colmatar os problemas climáticos locais apontados pelos/as jovens estudantes de Gaia Nascente.

Por fim, espera-se que estes laboratórios apontem possíveis caminhos colaborativos de adaptação climática para o fortalecimento da resiliência local neste concelho.

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Escola de Vila Nova de Cerveira é palco de três sessões dos CiCli-Labs

Estudantes e atores sociais debatem soluções para problema climático local

Os/as alunos do 8º ano e do 10º ano do Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Cerveira, juntamente com as suas professoras de Geografia, debateram, ao longo do primeiro semestre de 2022, fenómenos associados às alterações climáticas que têm se intensificado no concelho.

Após a aplicação de questionários na comunidade, os/as jovens focaram a sua investigação nos incêndios e na desflorestação, que emergiram como os problemas climáticos locais mais preocupantes.

Estes problemas, bem como as suas causas e consequências para a região, foram o ponto de partida das sessões de Laboratórios Climáticos Colaborativos (Cicli-Labs) com o objetivo de potenciar diálogo e cocriação de soluções acionáveis.

Para isso, três sessões de Cicli-Labs promoveram atividades de articulação entre atores de diversos setores, incluindo a Engenheira Margarida Barbosa, da Associação de Produtores Florestais (Valminho Florestal); a Dra. Sandra Estevéns, da CIM Alto Minho; a Dra. Sónia Guerreiro, vereadora da Educação da Câmara Municipal de Vila Nova de Cerveira; Lucy Small, Ângelo Fernandes e Ana Cristina Lages, da Associação de Defesa do Património (COREMA); e, por fim, João Vieira, especialista em Psicologia, do Centro de Psicologia da Universidade do Porto.

Estas sessões tiveram como objetivo construir um plano colaborativo de adaptação climática, privilegiando o trabalho de investigação conduzido pelos/as jovens estudantes e potenciando a partilha de conhecimentos e discussões sobre cidadania, política e clima.

As três sessões de CiCli-Labs ocorreram nos dias 28 de abril, 12 de maio e 26 de maio, na biblioteca da Escola Básica e Secundária de Vila Nova de Cerveira. Inicialmente, os/as jovens criaram a Árvore do Problema Climático, representando as causas e efeitos dos incêndios e da desflorestação na região de Cerveira. A partir disto, foram debatidas possíveis soluções a colocar em prática.

Estudantes entrevistam atores sociais no Speed Climate Dating

Da parte dos/as estudantes, destacam-se algumas dessas sugestões: uma delas é a divulgação mais ampla das atividades de prevenção de riscos climáticos associados aos incêndios e à desflorestação.

Para os/as estudantes, a divulgação de ações de prevenção aos incêndios (como a plantação de árvores autóctones, por exemplo) nas redes sociais não é suficiente, pois não prende a atenção de jovens, pelo contrário. Além disso, estudantes referiram que as redes sociais dispersam a atenção e, por esta razão, revelam-se insuficientes como plataforma de divulgação. Neste sentido, jovens sugeriram envolver associações desportivas juvenis e escuteiros na divulgação de ações preventivas aos incêndios e à desflorestação.

Uma das estudantes sugeriu também o engajamento estudantil num projeto da escola, o Clube da Natureza, que poderia vir a envolver-se em atividades juntamente com a comunidade para a implementação de um plano colaborativo de adaptação climática.

Debateu-se ainda a importância de fortalecer a articulação regional no combate ao problema climático local. Nesse sentido, cada ator local participante expôs contributos que, na sua área, poderiam ajudar a colocar em prática as propostas de soluções avançadas pelos/as jovens.

A promoção dessa ação regionalmente articulada poderá ser feita, por exemplo, em parceria com a CIM Alto Minho, que se dispôs a agir em conjunto com outros órgãos do poder local para tornar a iniciativa mais eficaz.

Da parte dos/as estudantes do Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Cerveira, mostrou-se importante adotar estratégias capazes de sensibilizar, informar e educar para mudar comportamentos no concelho e, assim, colmatar problemas relativamente aos incêndios e à desflorestação.

No próximo ano, será dado seguimento a estas propostas para resolução do problema climático em Vila Nova de Cerveira, com a articulação de estratégias de implementação das ideias debatidas nos CiCli-Labs.

O objetivo será desenvolver, por meio do diálogo, estratégias regionalmente articuladas e amplamente divulgadas para colmatar a questão dos incêndios e da desflorestação em Vila Nova de Cerveira. Por fim, espera-se que estes laboratórios apontem possíveis caminhos colaborativos de adaptação climática para o fortalecimento da resiliência local neste concelho.

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ClimActiC dinamiza laboratórios colaborativos climáticos, em escolas do Norte de Portugal, com estudantes, docentes e atores comunitários

A equipa do Projeto ClimActiC realizou, entre abril e junho deste ano, 15 sessões de laboratórios colaborativos climáticos (CiCli-Labs). 

Os laboratórios ocorreram em oito escolas de sete regiões do Norte de Portugal: Vila Nova de Gaia, Caminha, Vila Nova de Cerveira, Chaves, Macedo de Cavaleiros, Paços de Ferreira, Peso da Régua e Vila Verde.  

Os CiCli-Labs reuniram jovens estudantes do 7º ao 12º ano, de escolas do Norte de Portugal, agentes económicos, decisores políticos locais e regionais, além de representantes de ONGs e ativistas.

Participaram ainda das sessões investigadores/as do Centro de Psicologia da Universidade do Porto (CPUP), do Laboratório Associado – Laboratório de Processos de Separação e Reacção e Laboratório de Catálise e Materiais (LSRE-LCM) da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) e do Centro de Física – Universidade do Minho – Universidade do Porto (CF-UM-UP)

Mapeamento Colaborativo no Agrupamento de Escolas João Araújo Correia (Peso da Régua)

As atividades realizadas tiveram por objetivo promover  diálogo e cocriação entre cientistas, jovens, ativistas, agentes económicos e decisores políticos. O ponto de partida destes laboratórios residiu em trabalho que jovens estudantes realizaram previamente nas suas escolas de identificação e pesquisa sobre os problemas climáticos locais que mais os preocupavam.

Nesta primeira edição dos CiCli-Labs, foram trabalhados os seguintes problemas climáticos locais:

Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Cerveira: incêndios florestais e desflorestação
Ao questionarem a comunidade sobre os principais problemas ambientais da localidade, estudantes identificaram os incêndios e a desflorestação. Além disso, os e as jovens também indetificaram que estes são provocados por fatores como: aumento das temperaturas em nível global, diminuição de precipitação, construções humanas, exploração agrícola e florestal, doenças fitossanitárias e introdução de espécies invasoras.

Agrupamento de Escolas do Concelho de Caminha: incêndios e subida do nível médio da água do mar e do rio
Por ter a Mata Nacional do Camarido como ligação entre a Foz do Minho e a Praia de Moledo, o problema climático local identificado pelos e pelas jovens mostrou-se complexo. O trabalho dos e das estudantes revelou que, enquanto o aumento do nível médio da água é causado por questões como o degelo, os incêndios são provocados pelo aumento da temperatura e pela falta de limpeza das matas.

Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins, em Chaves: cheias
A partir da recolha de imagens de cheias históricas do rio Tâmega, alunos e alunas desta escola identificaram que a intensidade das cheias e os prejuízos materiais provocados são um problema preocupante. Embora a diminuição da precipitação tenha causado também a redução das cheias, estas, quando ocorrem, são ainda mais intensas. O trabalho dos e das estudantes mostrou ainda que, entre os fatores responsáveis pelas cheias, estão a precipitação abundantes, os solos impermeáveis, a falta de vegetação, a construção ao longo das margens do rio e a poluição.

Árvore do Problema Climático no Agrupamento de Escolas Dr. Júlio Martins

Agrupamento de Escolas Gaia Nascente: alterações climáticas e migração de aves
A partir da perceção da comunidade, estudantes de Gaia identificaram que certas espécies de aves – nomeadamente, cegonhas – permanecem mais tempo e em maior quantidade em Portugal. Especificamente em Gaia, um concelho com frente para o mar e para o rio, além de várias áreas industriais, a hipótese dos e das estudantes é de que o problema da migração de aves é causado por questões como o aquecimento global, a poluição, a falta de alimento, a destruição de habitats e o comportamento humano. Todas estas questões causam a diminuição da biodiversidade.

Agrupamento de Escolas João Araújo Correia, em Peso da Régua: alterações climáticas na viticultura
O ponto de partida dos e das estudantes nesta escola foi a questão: De que forma as alterações climáticas estão a afetar a data da colheita das uvas, a quantidade e a qualidade do vinho e o seu teor alcoólico? Foram identificados como problemas principais a antecipação do momento da vindima; a alteração do ciclo vegetativo; o stress hídrico; a antecipação da maturação; o aumento da erosão dos solos; a redução da fertilidade, vigor e perenidade das vinhas; a redução da quantidade e qualidade dos recursos hídricos; as alterações na fisiologia da videira; o aumento da incidência e tipologia de pragas e doenças.

Escola Básica de Frazão, em Paços de Ferreira: mudanças de paisagem e urbanização
Estudantes entrevistaram familiares e amigos para identificar as alterações climáticas dos últimos 30 anos no concelho de Paços de Ferreira. Se, por um lado, notaram que há casas melhores e mais confortáveis, além de estradas, fábricas e escolas em melhores condições, por outro há menos biodiversidade, solos mais pobres, poluição do ar e menos convívio entre vizinhos. Pretende-se aprofundar o trabalho no próximo ano letivo na tentativa de melhorar os espaços verdes do concelho, além de combater a poluição.

Agrupamento de Escolas de Macedo de Cavaleiros: seca e perdas d’água
Ao identificarem que a seca e o desperdício de água são problemas preocupantes em Macedo de Cavaleiros, intensificados pelas alterações climáticas, estudantes aprofundaram nos CiCli-Labs o debate em torno da questão. Associada à esta temática, preocupam sobretudo a falta de água e a diminuição da produção agrícola. Nos laboratórios, foram debatidas medidas individuais e coletivas que podem ser implementadas para colmatar a problemática.

Escola Secundária de Vila Verde: mudanças meteorológicas – ilhas e ondas de calor
Ao perceberem que o mês de abril estava menos chuvoso, e os meses de outubro e março mais quentes, estudantes concluíram que a modificação climática em Vila Verde afeta diretamente a qualidade dos produtos agrícolas, sobretudo em função da falta de água. Também concluíram que a responsabilidade destas alterações é do comportamento humano. Após pesquisa de provérbios climáticos que deixaram de fazer sentido, estudantes debaterem soluções que poderão ser desenvolvidas para a adaptação climática no concelho.

Estudantes da Escola de Vila Verde desenvolvem questões do Speed Climate Dating

Através de diferentes metodologias participatórias, os CiCli-Labs partiram do problema climático comunitário em que os/as jovens trabalharam nas suas escolas. Este é o catalisador para uma discussão ampla e alargada com diversos atores convidados a participar nos laboratórios (investigadores, agentes económicos, ativistas, políticos locais e intermunicipais).

A ligação entre cidadania, ciência e políticas públicas desenvolveu-se ao longo de um conjunto sequencial de sessões e atividades, que incluíram a produção de recursos visuais e documentais, visando a discussão conjunta de, por exemplo, causas e efeitos climáticos, extensão territorial dos problemas climáticos, possíveis soluções climáticas, contributos específicos de cada ator e entidade representada na operacionalização de soluções climáticas.

Assim, diferentes modelos de coprodução de conhecimento e cocriação de soluções foram mobilizados para permitir uma colaboração continuada que conduza ao desenho participativo de um plano de adaptação climático.

As experiências dos estudantes que participaram dos Cicli-Labs foram partilhadas no 1º Seminário ClimActiC, realizado em 1 de julho, na FPCEUP. Com o tema “Jovens e cidadania pelo clima”, o Seminário reuniu 104 pessoas – entre elas, 71 eram docentes e estudantes das escolas parceiras do ClimActiC. 

Os laboratórios foram coordenados pela equipa do Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE), da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP). O projeto é financiado pelo NORTE-01-0145-FEDER-000071.

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ClimActiC apresenta comunicação na IAPS com análise preliminar sobre integração de vozes juvenis nos planos de adaptação climática no Norte de Portugal

O Projeto ClimActiC apresentou no dia 6 de julho de 2022 uma comunicação na 27ª Conferência International Association of People-Environment Studies (IAPS), organizada pelo Instituto Universitário de Lisboa (Iscte). A conferência decorreu em formato online.

Intitulada “Bridging citizenship, science and politics: Community-based laboratories for discussing and co-designing climate adaptation”, a comunicação é da autoria de Juliana Diógenes-Lima, Sara Pinheiro, Ana Cristina Torres, Bruna Pereira e Carla Malafaia.

Com a investigadora Juliana Diógenes-Lima como oradora da comunicação, o trabalho articulou as medidas de adaptação às alterações climáticas de planos de adaptação da região Norte de Portugal, onde o ClimActiC atua – Alto Minho, Alto Tâmega, Área Metropolitana do Porto, Ave, Cávado, Douro, Tâmega e Sousa e Terras de Trás-os-Montes – e as propostas discutidas pelos e pelas jovens estudantes com atores da comunidade local e regional. Estes momentos de discussão foram promovidos nos Laboratórios Climáticos Colaborativos, que se constituem como espaços participativos, desenvolvidos no âmbito do projeto para o desenvolvimento da resiliência climática.

A comunicação deu conta dos resultados de uma análise preliminar dos Planos de Adaptação, que identificou a ausência de mecanismos de integração de diferentes atores ou do envolvimento direto de jovens.

Leia mais no Livro de Resumos, publicado no site da 27ª Conferência International Association of People-Environment Studies (IAPS).

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ClimActiC apresenta comunicação sobre cidadania, política e adaptação climática no IAPS 2022

A equipa do Projeto ClimActiC apresentou uma comunicação na 27ª Conferência International Association of People-Environment Studies (IAPS) no último dia 6 de julho.

Organizado pelo ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, o evento que decorreu entre os dias 5 e 8 de julho teve como tema ‘Global Challenges, Local Impacts – Rethinking governance, sustainability and consumption in light of climate change’.

Intitulada ‘Cidadania, ciência e política: laboratórios baseados na comunidade para discutir e co-desenhar a adaptação climática’, o trabalho é de autoria de Juliana Diógenes Lima, Sara Pinheiro, Ana Cristina Torres, Bruna Pereira e Carla Malafaia, investigadoras do Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE), da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP).

Foram apresentados os resultados preliminares acerca do desenvolvimento de espaços de comunicação e co-criação entre cientistas, jovens, ativistas, agentes económicos e decisores/as políticos/as, os CiCli-Labs, ou laboratórios colaborativos climáticos.

Desta forma, a comunicação pretendeu lançar luz à articulação entre duas dimensões: (i) as propostas climáticas discutidas nas 15 sessões dos laboratórios colaborativos climáticos, por jovens e atores locais, entre abril e junho de 2022, e (ii) as medidas de adaptação tal como delineadas pelos Planos de Adaptação às Alterações Climáticas, desenvolvidos por sete Comunidades Intermunicipais (CIM) do Norte de Portugal.

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